quinta-feira, 4 de maio de 2006

LER: A Mente de Leonardo

Na maré da leonardomania, desencadeada pelo famigerado "Código D.", é bom podermos contar com algumas iniciativas de qualidade. Uma delas veio do Istituto e Museo di Storia della Scienza [IMSS], fundado em 1927 por iniciativa da Universidade de Florença. É uma exposição nesta cidade, na Galleria degli Uffizi, disponível na Net, com o título:

La mente di Leonardo - Nel laboratorio del Genio Universale (em italiano)

The Mind of Leonardo - the Universal Genius at Work (em inglês)

Como o subtítulo indica, a exposição visa 'explorar o trabalho e os processos do "Génio Universal "'. A exposição, dividida em seis secções, inclui texto, imagens, reconstruções e animações em vídeo. É pena que a dimensão das imagens disponíveis seja tão reduzida, mas esta característica traduz-se numa maior velocidade de transferência de dados.

terça-feira, 25 de abril de 2006

VER: O Homem na Encruzilhada.

Em homenagem ao 25 de Abril, a "Imagem em destaque" no Portal de História da Ciência da Wikipédia lusófona é o mural de Diego Rivera, originalmente denominado "O Homem na Encruzilhada".
O Homem controla o Universo. Mural de Diego Rivera, 1934. AmpliarO Homem controla o Universo. Mural de Diego Rivera, 1934, no Palacio de Bellas Artes, Cidade do México. Uma versão deste mural foi pintada originalmente em 1933 no Rockefeller Center, com o título O Homem na Encruzilhada, olhando com esperança para um futuro melhor. Este título é reminiscente do "Science at the crossroads" que fora dado à compilação das comunicações apresentadas ao Congresso de História das Ciências de Londres, em 1931, pela delegação soviética liderada por N. Bukharine. A ciência, aliás, ocupa de facto o centro do mural. Irritados com a representação de Lenine, Trotsky e outros dirigentes do movimento operário, os Rockefeller destruíram o mural original em 1934.

sexta-feira, 24 de março de 2006

LER: Rotação

«A essência de Deus é como a roda (...), quanto mais contemplarmos a roda, mais compreendemos a sua forma, e quanto mais compreendermos, tanto mais prazer tiramos da roda (...).»
(J.Böhme, 1612)

[in Alquimia & Misticismo, de Alexander Roob]